[Primeira Impressões] AquaRio 🐠🐚🐙

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Para maiores informações, acesse: https://www.aquariomarinhodorio.com.br/

Localizado na Praça Muhammad Ali, próximo ao Museu do Amanhã e ao Museu de Arte do Rio, na zona portuária do Rio de Janeiro, o AquaRio – Porto Maravilha foi mais uma das idealizações do governo do ex-prefeito da cidade, Eduardo Paes. Bem, não entrarei aqui no mérito da nossa prefeitura para não causar polêmica ou afins (haja vista o período tenso que estamos vivendo em nossa política), mas sim contarei um pouco da minha experiência visitando o local pela primeira vez.

Logo que entramos no espaço destinado à visitação, nos deparamos com pequenos aquários de parede (desses parecidos com TVs de plasma) com peixes de várias espécies e bem pequenos em sua grande maioria. E acima de cada um desses aquários, há uma tela de TV mostrando nome, foto e um pouco sobre a espécie que se encontra no aquário. A ideia dessas telas é até interessante, já que o espaço em si é bem escuro, contendo luz apenas dentro dos aquários, só que as informações sobre cada peixe, molusco, crustáceo, entre outros, muda muito rápido, o que dificulta a leitura e consequentemente aprendizado do visitante, que acaba assim optando por apenas observar os aquários – sem falar que em algumas telas existiam informações sobre peixes que não estavam no aquário a que se referiam, o que ficou ainda mais confuso.

 

(O aquário onde fica o famoso Peixe-Palhaço, nosso eterno Nemo, e um aquário com arrais e um “mini-tubarão” que eu não lembro exatamente o nome)

Existe também uma área onde um instrutor do AquaRio mostra digitalmente como são algumas espécies marinhas por fora e por dentro, contando como funciona seu esqueleto e órgãos internos para sua sobrevivência. Esta foi, a meu ver, uma das partes mais interessantes do “museu”, já que eu AMO aprender mais sobre qualquer coisa *-*

Outra área disponível para visitação é o tanque onde é possível tocar algumas espécies vivas, e pelo que parece, não prejudica os bichinhos, já que eles só permitem que os visitantes os toquem com um dedo e apenas numa pequena região delimitada, e isso após lavarmos bem as mãos; fora que esse tanque só funciona de segunda a sexta, permitindo assim que os animais descansem aos finais de semana.

Agora, a parte mais bonita de todas – e a mais esperada, eu imagino -, é o túnel.
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(minha tia e minha avó a caminho do túnel)

Sabe aqueles túneis que te fazem se sentir no fundo do mar? Pois é exatamente este tipo de túnel que está lá. Nele encontramos espécies maiores do que as dos aquários, e a coisa mais linda de se ver. As crianças que estavam visitando o AquaRio ficaram encantadas, e mesmo nós, adultos, não deixamos de nos encantar por toda aquela beleza.

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(eu e minha avó dentro do túnel – é a coisa mais linda do mundo!)

Depois desse túnel, encerrando assim a visitação do AquaRio, há um pequeno museu com conchas dos mais variados lugares, todas de uma beleza singular. Pena que meu celular já estava descarregando e eu acabei não podendo tirar fotos de lá, mas prometo que se um dia eu voltar, mostrarei as fotos a vocês 😉

A meu ver, o AquaRio ainda precisa melhorar bastante – especialmente no que diz respeito ao acesso de informações -, e o preço também não ajuda (eu só fui graças à minha tia, que pagou meia entrada e tem direito a um acompanhante), mas ele é de fato um grande avanço na questão cultural da cidade do Rio de Janeiro. Uma oportunidade bem bacana de conhecer e aprender mais sobre vida marinha, dando assim o devido respeito que estes seres tão enigmáticos quanto belos merecem.

[DIY] Tênis “A culpa é das estrelas” 💙

Se tem uma história que me apaixonou desde os primeiros momentos da leitura (e nas primeiras cenas), é a história narrada em A culpa é das estrelas, do queridíssimo John Green.
Li o livro logo que ele lançou no Brasil – fugindo assim do hype, graças a Deus! – e quando soube do lançamento do filme, aguardei ansiosamente pela estreia, e é claro que não poderia deixar de usar meus “dotes artísticos” e meu lado humanas de ser, usando o livro como inspiração para personalizar meu surrado All Star como vocês verão a seguir.
Lembrando que esse DIY serve para qualquer tema (basta mudar as cores das tintas e o desenho e/ou palavra). Vamos lá?
Primeiro de tudo, você vai precisar de:
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– Tênis usados;
– Tintas para tecido nas cores preta, branca e azul mar;
– Pincéis de tamanhos variados (eu usei dois: um mais fininho, para os detalhes, e um mais grosso, para pintar o fundo em azul);
– Jornal ou um plástico (pra proteger a superfície onde você pintará o seu tênis);
– E paciência e carinho 💙
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Comece pintando os tênis todos de azul com um pincel mais grosso; este será  fundo da decoração dos tênis.
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A seguir, desenhe a nuvem branca nos tênis com o pincel mais fino; lembre-se de fazê-la no lado “externo” (não onde tem a curvatura do pé), se não elas não aparecerão direito quando for usá-los.
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Após pintar as nuvens (pode usar um pincel um pouco mais grosso aqui), escreve OKAY com a tinta preta, usando o pincel mais fino novamente.
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Repita os processos anteriores, dessa vez desenhando a nuvem preta e escrevendo o OKAY? com a tinta branca. Não esqueça de pintar a nuvem preta com uma parte em cima da nuvem branca.
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E assim está pronto seu par de tênis para nerdfighter nenhum botar defeito!
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6 on 6 – trick & treat

Hoje é dia de 6 on 6 (meu primeiro *.*) do grupo Interative-se! e o tema deste mês é nada mais, nada menos do que Trick or treat (Gostosuras ou travessuras?) pra já entrarmos neste clima mágico e místico de Hallowen.
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1. Abóbora: Amo abóboras, sejam elas para decoração, para a refeição (jaba com jirimum é vida – apesar de eu não comer carne vermelha) e o doce então… perfeito! Esta abóbora de Halloween aí fui eu que fiz, modelando em biscuit e pintando a mão. Ela é pequenininha e eu amo demais, pois achei que ela ficou muito fofa e do jeitinho que eu queria (fora que é ótima para tirar fotos com bonecos, que é uma das minhas paixões). E para combinar com esta abóbora, nada melhor do que doce de abóbora que eu ganhei de Cosme e Damião esse ano (graças a um cliente do meu pai, que deu doces e trouxe um pra mim, me deixando mega feliz *-*)
2. Penadinho: Sempre fui apaixonada pelas historinhas da Turma do Penadinho, e seu protagonista é um dos meus personagens favoritos do Mauricio de Sousa. Tenho muito carinho por esse bonequinho, que consegui comprar numa feirinha de livros esse ano (surtei quando o vi a venda por R$10,00? Sim, claro ou com certeza?!)
3 . TBR do mês: Todo mês eu tento montar uma listinha de leituras, e já que este mês tem todo um clima especial de seres fantásticos, crianças e etc., selecionei esses livros (e o quadrinho!) aí para ler durante outubro. Por enquanto li um desses livros – o Querido diário, eu morri – e achei bem legalzinho ^-^
4. Leitura atual: Ainda sobre as leituras, comecei a ler ontem (05/10/2018) o livro Uma família feliz e estou gostando bastante – e me pergunto porque cargas d’água demorei tanto pra lê-lo :S É uma história leve, divertida, crítica de certa forma e com toques fantásticos (amo!). Espero terminar a leitura e escrever a resenha dele em breve 😉
5. Lembrança: Não tem como não falar de Halloween sem falar de Harry Potter. E também não tem como falar de travessuras sem falar dos amigos que os livros trouxeram. Por isso, eis aí a foto da edição sobre Harry Potter do primeiro clube do livro que eu fiz parte, o Clube do Livro Campo Grande/RJ, onde fiz grandes amigos, conheci livros maravilhosos e aprendi muito. Saudades…
6. Let’s play: Para encerrar, travessuras me lembra dos meus melhores amigos, o que me lembra de RPG (ou Role-playing game) e não um RPG “qualquer”, mas uma versão (ou campanha? Não sei ao certo pois ainda sou novata nesse jogo ^^’) criada por um desses meus melhores amigos especialmente para o nosso grupo (foi lindo de jogar, gente *-*). Já faz mais de um ano que jogamos aquela campanha, e quando eu fui ao evento Diversão Offline com a Moony e vi esse D20 todo diferentão com minhas duas cores favoritas, tive que comprar! Vou usá-lo algum dia pra jogar? Não sei! Mas agora eu posso dizer que tenho um D20 pra chamar de meu.

Leiam também os posts dos outros participantes do projeto este mês:
Memorialices (Luana) | Catarina voltou a escrever (Lunna) | Conduta Literária (Fê) | Mãe Literatura (Claudia)
Beijinhos a todos e todas e até a próxima!

[RECEITA] Coxinha de Batata Doce

Quando minha amiga Karine (a Moony, dona do blog A Longa Jornada) me mandou essa receita fit, suspeitava que ela seria gostosa!
Apesar da falsa visão que temos das receitas fit/light/diet serem ruins, a verdade é que elas ficam uma delícia quando preparadas com carinho, amor (tipo o Sazon :P) e os temperos certos.
A receita que eu trago hoje para vocês é uma coxinha, um dos salgadinhos mais amados do Brasil; só que esta coxinha é um tanto diferente (como é possível ler no título deste post ^^’). Confira!

Ingredientes:
– Batata doce cozida
– 1 peito de frango cozido
– Creme de cebola
– Sementes de Chia
– Farinha de linhaça
– Temperos a gosto
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Preparo:
Depois de cozinhar as batatas doce (eu uso de 3 a 4 batatas, mas dependerá do tamanho das batatas, então deixo a critério da pessoa que for preparar), amasse-as com um garfo e reserve;
Pegue o peito de frango já cozido e desfie-o. Junte-o então à batata doce amassada.
Acrescente algumas colheres de creme de cebola e vá misturando até que fique uma mistura uniforme e homogênea. Verifique também se não está muito salgado, pois o creme de cebola já vem com sal – inclusive, não coloque sal na hora de cozinhar tanto a batata quanto o frango.
Coloque uma pitada da chia e os temperos de sua preferência, como orégano, pimenta calabresa, salsa, e etc. Misture bem.
Molde as coxinhas (ou bolinhas, como preferir) e enfarinhe na farinha de linhaça.
Coloque as coxinhas ou bolinhas já enfarinhadas num refratário e leve ao forno médio (180 °C) por aproximadamente 30 minutos (antes de retirar do forno, verifique com um garfo se está assado de acordo com sua preferência).
Sirva sozinha, como aperitivo, ou junto da refeição (almoço ou jantar).
Coxinha de Batata Doce
Chef Snape aprovou a coxinha acompanhada de uma cerveja geladinha!

Créditos:
Receita retirada do Instagram @Receitapravoces e adaptada por mim 😉

receita-ilustrada2(Versão ilustrada da receita – feita por mim ^-^)

[Dreamcatcher] Harry Potter é meu passado, presente e futuro

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(Voldemort é meu passado, presente, e futuro.)

Parafraseando Tom Riddle na icônica cena em Harry Potter e a Câmara Secreta, posso afirmar com todas as letras que Harry Potter é sim meu passado, presente e futuro; e eu explico o porquê.
Quando conheci a saga do “menino que sobreviveu” lá nos idos de 2002 graças a uma amiga muito querida, os primeiros livros já tinham sido lançados e os dois primeiros filmes já estavam aí, disponíveis nas  extintas locadoras. Lembro que quando essa amiga me contou um pouco da história do Harry, fiquei bastante curiosa e pedi pros meus pais alugarem os DVDs para que eu pudesse assisti-los. E olha… foi amor à primeira vista!

Alguns anos mais tarde, em 2005, enquanto andava por uma loja maravilhosa que tinha no meu bairro (saudades, Silbene) com a minha mãe, vi um livro com uma capa verde e belíssima ilustração, mas o que mais me chamou atenção naquele momento foram as letras douradas de parte do título: Harry Potter. Como na época eu não gostava de ler (sim, tive esse passado sombrio; #shameOnMe), obviamente não tinha muitos livros que fossem meus em casa (só tinha os livros paradidáticos, aqueles que passavam na escola para que fizéssemos algum trabalho ou prova), e eu não sei porque, acabei pedindo ele pra minha mãe como presente de dia das crianças daquele ano (eu tinha 12 anos na época – se bem que peço até hoje, só não ganho mais XD). Não sei o que me fez querer ler aquele calhamaço (que para alguém que não suportava ler um livro com 40, 50 páginas já era muita coisa), mas peguei-o sem ter medo do amanhã e comecei a ler. E aí, não entendi muita coisa. Porque isso aconteceu? Simples! Eu estava lendo o sexto livro da saga – Harry Potter e o enigma do príncipe – sem ter lido os livros anteriores (e pior que os filmes estavam ainda no quarto, Harry Potter e o cálice de fogo). Porém segui lendo, e acho que foi a magia de Harry Potter (salve, J.K. Rowling!) que me fez entrar de vez naqueles mundos fantásticos: o de Harry Potter e o da leitura 💜

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(Meu exemplar de Enigma do príncipe surradinho, com as letras douradas quase inexistentes e o Snape super-divo-quase-mascote-do-blog)

O tempo passou, eu enfim li os livros anteriores da série (e descobri finalmente quem era o tal do Grope 😅), assisti alguns filmes e esperei ansiosamente pelo lançamento do último livro da saga, correndo pra terminar a leitura dele no final daquele mesmo ano (2007). Então parti para outras leituras, como O senhor dos anéis (minha outra grande paixão), Eragon (inclusive estou lendo agora o quarto e último livro da saga), Percy Jackson, entre outros que não me recordo no momento. E assim minha bagagem literária só aumentava, fazendo com que eu passasse meu tempo livre lendo e lendo cada vez mais!

Um pouco mais tarde, quando estava no último ano do Ensino Médio, ainda lendo bastante e cheia de dúvidas sobre qual faculdade estudar (eu estava bem desanimada com a área que estava seguindo – Informática), pensei o seguinte: eu AMO ler, então porque não fazer dessa minha formação? E assim, conversando com alguns professores e pesquisando bastante, optei por ingressar na que é hoje a minha formação: Letras com ênfase em Português e Literaturas. Apesar de não estar exercendo minha profissão de formação atualmente, eu amo o que faço, tanto no campo da pesquisa quanto no da educação, e sem dúvida devo tudo isso a saga de Rowling, que lá atrás me fez ter o amor que hoje eu tenho pela leitura.
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(Lendo Harry Potter; lá atras; hoje)

Só que este amor, tão grande que era, não coube só aos livros traduzidos e filmes dublados (que lá atrás eu via e revia legendado a fim de tentar aprender Inglês sozinha), e assim pedi muito aos meus pais que me colocassem num curso de Inglês, onde eu aprenderia a língua que eles (os atores dos filmes e a própria Rowling) falavam – cabeça de adolescente é uma coisa engraçada, né?! 🤣 – E claro que no fim das contas isso foi muito produtivo (mas ouvir a voz original do Alan Rickman e entender o que ele estava falando também foi gratificante *-*)

Saindo um pouco da área acadêmica, em meados de 2009 ou 2010 (não me lembro exatamente), conheci uma comunidade do extinto Orkut chamada HPERJ, cujos integrantes realizavam encontros mensais na Quinta da Boa Vista para passar uma tarde amigável com outros fãs de Harry Potter, brincando (tinha até jogo de Quadribol *0*), comendo, conversando e se informando sobre um amor que todos ali tinham em comum: Harry Potter. E foi assim que eu, uma das pessoas mais tímidas da face da Terra, conheci pessoas incríveis que viriam a se tornar minhas melhores amigas da vida (Dona Moony, se você estiver lendo este post, tenha certeza de que está nessa lista 😘)
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(Dando checklist nesses itens desde sempre 💜)

Além dos amigos Potterheads que fiz nesse grupo e através dele, graças à magia das palavras de Rowling e de tantos outros autores que vieram depois, também fiz amigos literários maravilhosos ao entrar no clube do livro do meu bairro, e portanto sou grata por ter estas pessoas especiais na minha vida graças ao ato da leitura (não citarei mais nomes neste post pois quem é meu “amigo literário” sabe que eu estou falando dele e dela ^^’)

Eu poderia ficar aqui “falando” mais da minha história com Harry Potter, mas acho que se eu entrar em mais detalhes, o post vai ficar meio dramático e este não é meu intuito. Fora que já tá muito egocêntrico, e isso me deixa um tanto receosa, então quem sabe numa próxima vez eu fale do quão profunda esta série foi e sempre será na minha vida – como eu imagino que tenha sido e que seja ainda hoje na vida de tantos. Mas antes de conclui-lo, só queria dizer que com Harry Potter eu aprendi o que é o amor verdadeiro, o que é a amizade fiel, o que é companheirismo, o que é dedicação; aprendi a ter coragem e a acender as luzes nas horas mais sombrias para que o desespero vá embora; aprendi a respeitar os limites de cada um e os meus. E sigo aprendendo até hoje muitas e muitas coisas valiosíssimas para minha vida e a dos que me cercam. Por isso, viva a magia de Harry Potter e meu muito obrigada à J.K. Rowling por criar esta história fantástica que mudou nosso mundo.

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(Sempre)

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Este foi o segundo post para o projeto Dreamcatcher, do grupo A Corte Vermelha. Para conhecer este projeto de blogagem coletiva e os posts das pessoas incríveis que os escreve, visite: https://www.facebook.com/groups/acortevermelha/
Leia também:
Do blog A Longa JornadaHarry Potter e a Escócia
Do blog Sweet LulyLookBook: Make it blue! | Hogsmeeting Ano 4: O Baile de Inverno
Do blog Algo do TipoHarry Potter e os 7 erros de Prisioneiro de Azkaban
Do blog Simplesmente CriativaHari Poter e Como Mudou minha Vida (Harry Potter, ♡)

E você, qual é a sua história com Harry Potter? O quanto ele mudou ou ainda muda sua vida? E se nunca leu os livros ou viu os filmes, corra já para fazer isso e entrar de vez no Mundo Mágico de J.K. Rowling.

Câmbio e desligo!

Funko Pop! Uma paixão de fã e colecionadora

Funko Pop
Eu sempre fui ligada em coleções. Lembro que quando pequena, colecionava os tazos que vinham nos Fandangos (saudades…), os geloucos, que se não me falha a memória, vinham nas garrafinhas de Guaraná (aquelas menores, pra crianças), os Pokémon, que também vinham nas garrafinhas de Guaraná, entre tantos outros itens colecionáveis que eu me arrependo de não ter guardado por não saber que iria gostar mais ainda na minha idade adulta ☹
Mas, divagações a parte, as coleções sempre fizeram parte da minha vida, e já entrando na adolescência, os livros enfim passaram a fazer parte de mim (segredinho: eu não gostava de ler quando era pequena; mas isso é assunto para outro post…), e daí em diante foi só ladeira abaixo alegria e amor pelos livros ♡
Só que hoje eu não vim falar dos nossos queridos “seres” de papel e palavras, mas sim dos amados cabeçudinhos que de uns tempos pra cá estão “fazendo a cabeça” (o trocadilho é inevitável, sorry) de muitos fãs e colecionadores mundo afora.
Bem, não falarei aqui da história da empresa por trás dos amados Pops! (Fui descobrir a pouco tempo que Funko era o nome da empresa e Pop! o nome dos bonecos em si, já que existem outras linhas de colecionáveis da mesma marca com nome e características diferentes), então recomendo assistir o documentário Making Fun: A História da Funko, disponível na Netflix sobre a empresa e sua história.

Voltando então aos “cabeçudinhos”, minha coleção (e mais tarde, amor ♡) por eles começou lá em 2014, quando li um post num blog (não lembro qual, infelizmente :/) falando sobre esses bonequinhos, dando dicas de como comprar em sites gringos ou através de brasileiros no Instagram, que compravam lá fora e revendiam por aqui. E foi aí que eu conheci o @toystorycollection, que foi onde comprei meus primeiros Pops: o Olaf, de Frozen, e a Belle, de A Bela e a Fera.
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(À esquerda, Olaf com seu amiguinho – este, feito em biscuit por mim; à direita, Belle e seu conjunto de chá, também foi feito por mim em biscuit)

Desde então, foi só ladeira abaixo parte 2 amor por esses cabeçudinhos lindos *-*
Alguns anos depois, e tendo enfim tomado conhecimento dos famosos grupos de compra, venda e troca e Pops! no Facebook, resolvi que queria completar uma coleção. E como boa Potterhead que sou, essa coleção teria que ser de Harry Potter, óbvio!
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(Minha coleção atual de Pops! da série Harry Potter ♡)
Como na época que eu comecei a comprar os Pops! não tinham sido lançados ainda os da série Harry Potter, eu acabei não começando minha coleção dos cabeçudinhos por eles. O que não é motivo para arrependimentos, pois eu amo demais meu Olaf e minha Belle, que são muito fofos e super detalhados – sem falar que eu AMO ambos os filmes, que fazem parte dos meus favoritos da Disney ao lado de Mulan (cujos Pops! ainda pretendo comprar um dia ^^)
Agora estou focada em completar minha coleção de Harry Potter (e de Animais Fantásticos também, já que fazem parte do mesmo universo *-*), mas nem por isso eu deixo de adicionar alguns à minha listinha de desejados para adquirir quando for possível (como é o caso da Mulan). Só que mesmo com inúmeros Pops! sobre n filmes, séries, desenhos e até músicos (tem até do Ed Sheeran *-*) sendo lançados todos os dias, tem aqueles que a gente sabe que a Funko não vai mesmo lançar, como é o caso do Simon Spyer de Com amor, Simon (ou Simon vs a agenda homo sapiens), e é aí que entra a criatividade dessa pessoa que vos escreve para criar seus próprios Pops! em biscuit.
Ainda estou me aprimorando nas técnicas de modelagens e sei que tenho muito ainda que melhorar, e por isso mesmo, vira e mexe eu tento criar algum personagem, e vou me baseando nos já existentes e tendo como referência também fotos do personagem em questão, como foi o caso do Simon e da Meredith Grey, da série Grey’s Anatomy, que podem ser vistos na foto abaixo:
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(A Meredith, fiz para presentar um amigo, só que como eu não gostei muito do resultado, comecei a fazer outro para poder dar de presente pra ele ; já o Simon eu fiz pra mim mesma e estou fazendo outro agora para presentear uma amiga.)

Tem também alguns Pops! que já existem e eu tento “replicar” em biscuit, e assim fiz 3 personagens de três filmes animados diferentes:
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(Da esquerda para a direita: o Gru, de Meu Malvado Favorito – esse foi um presente que eu fiz para a minha tia; a Tristeza, de Divertidamente; e o Zezé, de Os Incríveis)

E assim, aos pouquinhos vou completando minha coleção de cabeçudinhos, sejam os originais (que eu não abro mão!) ou os inspirados neles, que eu faço por pura diversão e prazer.

Também coleciona os Funko Pop!? Ou tem alguma coleção especial? Deixe seu comentário ^-^

Links citados neste post:
– Documentário Making Fun – A História da Funko (na Netflix):
https://www.netflix.com/title/80244272
– Vendedor ToyStory Collector (no Instagram):
 https://www.instagram.com/toystorycollection/
– Colecionadores de Funko Pop (grupo de compra, venda e troca pelo Facebook): https://www.facebook.com/groups/217076835439580

TRILHA SONORA: SIERRA BURGESS É UMA LOSER

No começo desse mês, estreou na Netflix o longa-metragem Sierra Burgess é uma loser (Sierra Burgess is a loser) e eu já estava doida para assistir este filme só pelo elenco, que conta com duas atrizes que eu admiro muito: Shannon Purser, a Barb de Stranger Things, e Chrissy Metz, a Kate de This is Us.

Depois de ver o filme (que eu desde já super recomendo a todos e assim que possível terá minha opinião completa dele no Algo do Tipo), fiquei ainda mais apaixonada por essas duas, que estão ambas impecáveis em seus papéis, e me encantei pela trilha sonora, que embora eu tenha ouvido antes do filme estrear (Spotify, eu te amo!), causou uma experiência bem diferente ao tocar durante o longa, casando super bem com os personagens, seus sentimentos e a história retratada.

Para saberem mais um pouco do que eu estou falando, confiram a lista das músicas desta trilha sonora linda – que conta inclusive com uma música cantada pela própria Shannon Purser (a protagonista deste filme) -, e depois corram já para assistir o filme na nossa amada Netflix  ♡


Lista de músicas:
Sierra Burgess 1
Kid Wonder – Allie X
I Don’t Change – K.I.D.
Keep Me Young – Leland
Dynasty 2 aka Go Fight Win! – Rob Rasner, Ken Rasner
Half of You – Leland
Started with you – Leland
Latitude – Leland
Gone Girl – K.I.D.
The Other Side – Allie X
Paper Love – Allie X
Run Into You – Leland
Only Human – Maggie Szabo
Cage Fright – Jason Graves
89s Baby – Leland
Lights – Leland
Lie for Love – Leland
Sunflower – Shannon Purser
Middle of Love – Leland

Ouça a trilha sonora no Spotify: