Dicas de passeio: Centro Cultural da Light, Museu Nacional de Belas Artes e Aterro do Flamengo

Todo começo de ano é assim: férias escolares e às vezes, do trabalho, verão de rachar a cuca, e a gente assim, sem um tostão no bolso depois das festas de final de ano. Por isso – e também porque somos ousados -, eu e meu amigo Maicon (Pateta \0/) aproveitamos o mês de janeiro para fazer alguns “rolês” pelo centro da nossa cidade, o Rio de Janeiro. E assim, após andar da zona central até o começo da zona sul na última terça-feira (08/01/2019), pensei em contar um pouco da minha experiência de passeios ao longo deste mês aqui no blog, trazendo assim algumas dicas de lugares baratinhos para quem mora ou estiver de passagem.

A primeira dica de lugar a se visitar na área central é o Centro Cultural da Light, um local infelizmente pouco conhecido que trás uma exposição bem bacana contando sobre o surgimento da empresa de luz, os bondes, que antigamente era o principal meio de transporte da cidade, o surgimento dos ônibus no Rio e afins. Tem até uma réplica de um dos bondes elétricos para que os visitantes possam tirar fotos como se estivessem andando em um de fato!

O Centro Cutural da Light fica na avenida Marechal Floriano, nº 168, Centro do Rio, e funciona de segunda a sexta das 10h as 17h. A entrada é gratuita 😉

A segunda dica de passeio é o Museu Nacional de Belas Artes. Localizado na Cinelândia, próximo ao metrô, o museu abriga obras, entre pinturas e esculturas, dos séculos passados, além de exposições esporádicas, como a que está tendo este mês trazendo pinturas de artistas italianos retratando São Francisco de Assis.

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Ingresso gratuito – até o final de janeiro ❤

O funcionamento do museu é de terça a sexta das 10h as 17h e aos sábados e domingos das 13h as 17h. A entrada custa R$8,00 (inteira) e R$4,00 (meia), mas este mês está de graça todos os dias, então aproveita 😉

Por fim, a última dica de hoje é o Aterro do Flamengo, localizado na avenida Infante Dom Henrique. Como praia, infelizmente ela está imprópria para banho, porém vale a visita pela vista, aproveitando para relaxar enquanto lê um livro, bebe uma água ou cerveja, ou até dar uma corrida pela orla (só não recomendo fazer isso agora com esse calor infernal que está fazendo aqui no Rio O.O)

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Praia do Flamengo vista da sombra porque não sou tão hard core assim a ponto de ir curtir o sol 

E estas foram as dicas de hoje de lugares para “turistar” aqui pelo Rio. Semana que vem devo trazer mais algumas dicas, então fiquem ligados 😉

Isso é tudo, pessoal!

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dois mil e dezenove

Às vezes com os pés no chão, noutras meio “aluada”, sou assim um misto de razão e emoção. E nesse vai e vem de ideias, sonhos, metas, planos e expectativas, acabo me perdendo naquilo que deveria me focar de verdade: a busca pela paz interior e a felicidade.

Este ano de 2018 foi um ano bom “apesar dos pesares”, e graças a bons livros, bons filmes e especialmente bons amigos – virtuais e pessoais (?) -, fui capaz de enxergar a beleza nos pequenos detalhes que muitas vezes deixava passar despercebidos ao longo do ano. Não falo das grandes realizações, mas dos gestos mais simples como apreciar o canto dos pássaros de manhã enquanto bebo café, escutar o barulho da chuva lendo um livro ou assistir um filme de comédia com a minha mãe (minha maior companheira cinéfila *-*). E assim, nesse vai e vem de pequenas porém importantes conquistas do dia-a-dia, pude descobrir aos poucos o que realmente importou neste ano que está prestes a acabar: a amizade e o companheirismo, o estar junto mesmo que distante, o sermos muito mais do que nosso trabalho (ou a falta dele) ou nosso estudo, enfim, sermos nós mesmos, não importando o que os outros pensem de nós. E por isto, para 2019 só espero que as coisas caminhem como devem ser; que possamos ser felizes mas também “apreciar” os momentos de tristeza (pois sem eles, não viveríamos a felicidade plenamente); e que possamos aproveitar melhor nosso tempo com as coisas que realmente importam por mais que na maioria das vezes elas não pareçam assim tão importantes.

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(lua cheia vista da janela do meu quarto – pena que a câmera do meu celular não captou todo o encanto dela ^^’)

Aproveitando, e como forma de agradecer a cada um que visitou o blog ao longo do ano, aí vai um pequeno presente: um calendário bem Potterhead de 2019 para vocês ❤ Só baixar a imagem, imprimir e colocar onde quiser 😉

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(tamanho: 15x20cm)

Até mais e rumo a 2019!

Este post faz parte do Dreamcatcher Project.
Leia também os posts de outros participantes do projeto este mês:
Luana (Memorialices): Meu planner para 2019 – A Quimera
Guilherme (Litterano): Tempo, vou lhe fazer um pedido
Thayline (Simplesmente Criativa) – Coisas que fiz em 2018 e planos para 2019

Isso é tudo, pessoal!

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Reflexões entre amigos – dos momentos simples e importantes ♡

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Fazia tempo que eu “devia” uma visita a uma das minhas mais especiais amigas (Priscila, sua linda <3) e sua família, então quando meu amigo (valeu, Maicon!) me disse que iria visitá-la este mês e perguntou se eu queria ir também, é óbvio que eu não pude recusar o convite.

Sei que parece algo simples (e o é, de fato) e até mesmo banal uma visita a um amigo ou amiga, mas que desde que “crescemos”, com nossos compromissos profissionais e familiares, acabamos deixando de ver nossos amigos com tanta frequência; seja por falta de tempo, falta de grana ou até mesmo pela distância, os encontros se tornam mais raros, e quando nos reencontramos depois de muito tempo (como foi o caso), é tudo mais especial, mais bonito e mais mágico. E se aliamos a isto uma visita também a um local que conhecemos pouco, tudo fica ainda melhor!
reflexoes_entre_amigos2(Registro com os amigos na praia do Arpoador – momentos antes do magnífico pôr do sol)

Depois de uma tarde agradabilíssima na casa da minha amiga e sua família, com altas conversas sobre tudo – de política a nossas séries de TV favoritas (com direito a mini maratona da primeira temporada de Modern Family *-*) -, caminhamos até a praia do Arpoador para vermos o pôr do sol, que era um dos sonhos que eu tinha a anos (sabe aquelas coisas para fazer antes de morrer? Então, ver o pôr do sol no Arpoador era um dos itens da lista). Fomos até lá, aproveitando a companhia um do outro, e contemplamos enfim este belíssimo espetáculo da natureza.
reflexoes_entre_amigos3(O pôr do sol no Arpoador – primeira experiência mais do que revigorante!)

Apreciar a natureza por si só já traz uma sensação de paz e liberdade, agora compartilhar esse momento de contemplação com os amigos não tem preço! Saí de lá (e acredito que meus amigos também) com as energias revigoradas – e enfim assinei minha carteirinha da galera de Humanas ao aplaudir o pôr do sol \0/ – e um astral mais leve.

Logo em seguida, caminhamos até um ponto onde era possível ver a famosa Árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas, que embora não seja tão incrível quanto o pôr do sol, de certo foi outro espetáculo. Suados e cansados com o calor deste Rio de Janeiro, aproveitamos a vista mais uma vez na companhia um do outro, tornando assim a experiência (também minha primeira *-*) ainda mais especial.

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(A árvore da Lagoa vista de longe – outra primeira experiência incrível!)

E assim, esta visita à minha amiga se tornou, mais do que tudo, uma prova de que a amizade, quando verdadeira, torna os momentos mais simples nas experiências mais memoráveis, deixando aquele gostinho de quero mais e um quentinho no coração que a gente anseia por poder repetir em breve.

Isso é tudo, pessoal!

Sobre os pequenos momentos de felicidade – aproveitando minha própria companhia

Numa sexta-feira,comum como qualquer outra, fui ao bairro da Glória, na zona sul aqui do Rio de Janeiro, para buscar um jogo que eu havia comprado no site de uma loja de lá – aproveitei o desconto da Black Friday pra conseguir comprar o jogo de cartas Sushi Go, um game super fofo que eu prometo que ainda mostrarei por aqui 😉
Para alguns, este poderia ser um acontecimento banal, sem grandes expectativas ou surpresas, mas para mim foi uma mini-aventura, e eu já vou dizer o porquê.
Embora eu já seja adulta, com meus cof.. cof…, um quarto de século de idade (façam as contas aí; brincadeira, 25 anos ^^’), não costumo sair muito sozinha, especialmente quando se trata de lugares mais distantes de onde eu moro. Talvez por falta de confiança em mim mesma, ou por medo de me perder estando sozinha, quando vou a lugares novos sozinha e “na cara e na coragem”, me sinto super bem por essa pequena vitória, por me dar conta de que sou capaz de fazer algo com minhas próprias mãos.
E assim, aquela viagem que estava me dando um friozinho na barriga no dia anterior, se tornou um dia bem inusitado e feliz, com uma apreciação de minha própria companhia enquanto descobria novos lugares – que pretendo visitar novamente muito em breve *-*
E como parte dessa minha mini-aventura, andei da Glória até a Cinelândia (estação de metrô que fica na Praça Marechal Floriano, no centro do Rio, que graças à inauguração de cinemas no entorno desta praça no século XX, ficou popularmente conhecida por Cinelândia), onde fui em busca de uma Starbucks dali para tomar uma das novas bebidas de Natal. Experimentei o Frappuccino Cranberry Mocha Branco (que é uma delícia, inclusive!) e aproveitei para continuar a leitura que estava fazendo até chegar na Glória – quase terminei o livro nesse dia, dada a distância da minha casa até o destino daquele dia 😅

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Foi o complemento perfeito para minha mini-aventura do dia! Esse livro aí da foto, escrito pela monja budista francesa Kankyo Tannier, fala exatamente de aproveitar esses momentos de aparente solidão em que nos redescobrimos, aproveitando nossa própria companhia, nossos próprios pensamentos, observando o mundo a nossa volta com paz, calma e tranquilidade.
(saiba mais sobre o A Magia do Silêncio no site da editora Sextante: http://www.esextante.com.br/livros/a-magia-do-silencio/).
Na volta para casa, continuei minha leitura, parando para ocasionais cochilos durante a longa viagem de ônibus (pois sou dessas que fica com sono num dia de calor :p), e nisso me veio a ideia de registrar esta experiência aqui no blog, surgindo assim este pequeno porém sincero relato desta blogueira que vos escreve.

 

Isso é tudo, pessoal!

[Dreamcatcher] Aconchego

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Existem muitas coisas de que eu gosto no mundo: minha família, meus animais e meus amigos estão no topo da lista, sem dúvida, seguidos logo depois dos livros e do café e chocolate. Mas estas coisas, pessoas e bichinhos que eu tanto amo me remetem a algo que eu acredito que seja o real motivo de eu gostar tanto assim delas – o aconchego.

É aquela sensação de “quentinho no coração” que a gente sente ao terminar uma bela história. A emoção ao reencontrar alguns amigos e familiares que não vemos a muito tempo. O carinho que nossos bichinhos nos dão ao chegarem perto da gente pedindo colo.
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Adoro acordar cedinho, antes de todo mundo na casa, e preparar o café, bebendo-o logo em seguida enquanto termino de ler aquele capítulo do livro que estava lendo na noite anterior mas que acabei pegando no sono antes de concluir (faço muito isso ^^’).

Amo caminhar de manhã pelo meu bairro, ouvindo música ou o Nerdcast – meu podcast favorito da VIDA! -, vendo as pessoas da vizinhança também caminhando ou correndo, apreciando a paisagem (eu moro literalmente no mato, então a vista é linda <3).

Gosto muito de colocar minhas meias à noite para dormir mesmo nos dias de calor (inevitáveis na maior parte do ano aqui no Rio de Janeiro), e quando está frio ou mais fresco, aproveitar para beber um chá de hortelã com mel antes de dormir – que inclusive me ajuda a acalmar a mente quando estou agitada, nervosa ou ansiosa com alguma coisa.
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Tudo isso – e mais um pouco! – me dá uma sensação de paz e tranquilidade, de que tudo vai dar certo no final e as coisas vão se resolver mesmo quando parece que não há solução. E assim, daquilo que me é favorito no Terra, o aconchego é sem dúvida a minha “coisa” favorita.

Este post faz parte do Dreamcatcher Project, um projeto de blogagem coletiva idealizada e organizada pelo grupo A Corte Vermelha.
Visite também os outros blogs que participaram do projeto este mês:
Do blog Banshuu TV: Quais são minhas coisas favoritas na Terra?
Do blog Memorialices: Nunca sonhei que fosse peculiar

[Dreamcatcher] Harry Potter é meu passado, presente e futuro

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(Voldemort é meu passado, presente, e futuro.)

Parafraseando Tom Riddle na icônica cena em Harry Potter e a Câmara Secreta, posso afirmar com todas as letras que Harry Potter é sim meu passado, presente e futuro; e eu explico o porquê.
Quando conheci a saga do “menino que sobreviveu” lá nos idos de 2002 graças a uma amiga muito querida, os primeiros livros já tinham sido lançados e os dois primeiros filmes já estavam aí, disponíveis nas  extintas locadoras. Lembro que quando essa amiga me contou um pouco da história do Harry, fiquei bastante curiosa e pedi pros meus pais alugarem os DVDs para que eu pudesse assisti-los. E olha… foi amor à primeira vista!

Alguns anos mais tarde, em 2005, enquanto andava por uma loja maravilhosa que tinha no meu bairro (saudades, Silbene) com a minha mãe, vi um livro com uma capa verde e belíssima ilustração, mas o que mais me chamou atenção naquele momento foram as letras douradas de parte do título: Harry Potter. Como na época eu não gostava de ler (sim, tive esse passado sombrio; #shameOnMe), obviamente não tinha muitos livros que fossem meus em casa (só tinha os livros paradidáticos, aqueles que passavam na escola para que fizéssemos algum trabalho ou prova), e eu não sei porque, acabei pedindo ele pra minha mãe como presente de dia das crianças daquele ano (eu tinha 12 anos na época – se bem que peço até hoje, só não ganho mais XD). Não sei o que me fez querer ler aquele calhamaço (que para alguém que não suportava ler um livro com 40, 50 páginas já era muita coisa), mas peguei-o sem ter medo do amanhã e comecei a ler. E aí, não entendi muita coisa. Porque isso aconteceu? Simples! Eu estava lendo o sexto livro da saga – Harry Potter e o enigma do príncipe – sem ter lido os livros anteriores (e pior que os filmes estavam ainda no quarto, Harry Potter e o cálice de fogo). Porém segui lendo, e acho que foi a magia de Harry Potter (salve, J.K. Rowling!) que me fez entrar de vez naqueles mundos fantásticos: o de Harry Potter e o da leitura 💜

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(Meu exemplar de Enigma do príncipe surradinho, com as letras douradas quase inexistentes e o Snape super-divo-quase-mascote-do-blog)

O tempo passou, eu enfim li os livros anteriores da série (e descobri finalmente quem era o tal do Grope 😅), assisti alguns filmes e esperei ansiosamente pelo lançamento do último livro da saga, correndo pra terminar a leitura dele no final daquele mesmo ano (2007). Então parti para outras leituras, como O senhor dos anéis (minha outra grande paixão), Eragon (inclusive estou lendo agora o quarto e último livro da saga), Percy Jackson, entre outros que não me recordo no momento. E assim minha bagagem literária só aumentava, fazendo com que eu passasse meu tempo livre lendo e lendo cada vez mais!

Um pouco mais tarde, quando estava no último ano do Ensino Médio, ainda lendo bastante e cheia de dúvidas sobre qual faculdade estudar (eu estava bem desanimada com a área que estava seguindo – Informática), pensei o seguinte: eu AMO ler, então porque não fazer dessa minha formação? E assim, conversando com alguns professores e pesquisando bastante, optei por ingressar na que é hoje a minha formação: Letras com ênfase em Português e Literaturas. Apesar de não estar exercendo minha profissão de formação atualmente, eu amo o que faço, tanto no campo da pesquisa quanto no da educação, e sem dúvida devo tudo isso a saga de Rowling, que lá atrás me fez ter o amor que hoje eu tenho pela leitura.
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(Lendo Harry Potter; lá atras; hoje)

Só que este amor, tão grande que era, não coube só aos livros traduzidos e filmes dublados (que lá atrás eu via e revia legendado a fim de tentar aprender Inglês sozinha), e assim pedi muito aos meus pais que me colocassem num curso de Inglês, onde eu aprenderia a língua que eles (os atores dos filmes e a própria Rowling) falavam – cabeça de adolescente é uma coisa engraçada, né?! 🤣 – E claro que no fim das contas isso foi muito produtivo (mas ouvir a voz original do Alan Rickman e entender o que ele estava falando também foi gratificante *-*)

Saindo um pouco da área acadêmica, em meados de 2009 ou 2010 (não me lembro exatamente), conheci uma comunidade do extinto Orkut chamada HPERJ, cujos integrantes realizavam encontros mensais na Quinta da Boa Vista para passar uma tarde amigável com outros fãs de Harry Potter, brincando (tinha até jogo de Quadribol *0*), comendo, conversando e se informando sobre um amor que todos ali tinham em comum: Harry Potter. E foi assim que eu, uma das pessoas mais tímidas da face da Terra, conheci pessoas incríveis que viriam a se tornar minhas melhores amigas da vida (Dona Moony, se você estiver lendo este post, tenha certeza de que está nessa lista 😘)
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(Dando checklist nesses itens desde sempre 💜)

Além dos amigos Potterheads que fiz nesse grupo e através dele, graças à magia das palavras de Rowling e de tantos outros autores que vieram depois, também fiz amigos literários maravilhosos ao entrar no clube do livro do meu bairro, e portanto sou grata por ter estas pessoas especiais na minha vida graças ao ato da leitura (não citarei mais nomes neste post pois quem é meu “amigo literário” sabe que eu estou falando dele e dela ^^’)

Eu poderia ficar aqui “falando” mais da minha história com Harry Potter, mas acho que se eu entrar em mais detalhes, o post vai ficar meio dramático e este não é meu intuito. Fora que já tá muito egocêntrico, e isso me deixa um tanto receosa, então quem sabe numa próxima vez eu fale do quão profunda esta série foi e sempre será na minha vida – como eu imagino que tenha sido e que seja ainda hoje na vida de tantos. Mas antes de conclui-lo, só queria dizer que com Harry Potter eu aprendi o que é o amor verdadeiro, o que é a amizade fiel, o que é companheirismo, o que é dedicação; aprendi a ter coragem e a acender as luzes nas horas mais sombrias para que o desespero vá embora; aprendi a respeitar os limites de cada um e os meus. E sigo aprendendo até hoje muitas e muitas coisas valiosíssimas para minha vida e a dos que me cercam. Por isso, viva a magia de Harry Potter e meu muito obrigada à J.K. Rowling por criar esta história fantástica que mudou nosso mundo.

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(Sempre)

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Este foi o segundo post para o projeto Dreamcatcher, do grupo A Corte Vermelha. Para conhecer este projeto de blogagem coletiva e os posts das pessoas incríveis que os escreve, visite: https://www.facebook.com/groups/acortevermelha/
Leia também:
Do blog A Longa JornadaHarry Potter e a Escócia
Do blog Sweet LulyLookBook: Make it blue! | Hogsmeeting Ano 4: O Baile de Inverno
Do blog Algo do TipoHarry Potter e os 7 erros de Prisioneiro de Azkaban
Do blog Simplesmente CriativaHari Poter e Como Mudou minha Vida (Harry Potter, ♡)

E você, qual é a sua história com Harry Potter? O quanto ele mudou ou ainda muda sua vida? E se nunca leu os livros ou viu os filmes, corra já para fazer isso e entrar de vez no Mundo Mágico de J.K. Rowling.

Câmbio e desligo!

Funko Pop! Uma paixão de fã e colecionadora

Funko Pop
Eu sempre fui ligada em coleções. Lembro que quando pequena, colecionava os tazos que vinham nos Fandangos (saudades…), os geloucos, que se não me falha a memória, vinham nas garrafinhas de Guaraná (aquelas menores, pra crianças), os Pokémon, que também vinham nas garrafinhas de Guaraná, entre tantos outros itens colecionáveis que eu me arrependo de não ter guardado por não saber que iria gostar mais ainda na minha idade adulta ☹
Mas, divagações a parte, as coleções sempre fizeram parte da minha vida, e já entrando na adolescência, os livros enfim passaram a fazer parte de mim (segredinho: eu não gostava de ler quando era pequena; mas isso é assunto para outro post…), e daí em diante foi só ladeira abaixo alegria e amor pelos livros ♡
Só que hoje eu não vim falar dos nossos queridos “seres” de papel e palavras, mas sim dos amados cabeçudinhos que de uns tempos pra cá estão “fazendo a cabeça” (o trocadilho é inevitável, sorry) de muitos fãs e colecionadores mundo afora.
Bem, não falarei aqui da história da empresa por trás dos amados Pops! (Fui descobrir a pouco tempo que Funko era o nome da empresa e Pop! o nome dos bonecos em si, já que existem outras linhas de colecionáveis da mesma marca com nome e características diferentes), então recomendo assistir o documentário Making Fun: A História da Funko, disponível na Netflix sobre a empresa e sua história.

Voltando então aos “cabeçudinhos”, minha coleção (e mais tarde, amor ♡) por eles começou lá em 2014, quando li um post num blog (não lembro qual, infelizmente :/) falando sobre esses bonequinhos, dando dicas de como comprar em sites gringos ou através de brasileiros no Instagram, que compravam lá fora e revendiam por aqui. E foi aí que eu conheci o @toystorycollection, que foi onde comprei meus primeiros Pops: o Olaf, de Frozen, e a Belle, de A Bela e a Fera.
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(À esquerda, Olaf com seu amiguinho – este, feito em biscuit por mim; à direita, Belle e seu conjunto de chá, também foi feito por mim em biscuit)

Desde então, foi só ladeira abaixo parte 2 amor por esses cabeçudinhos lindos *-*
Alguns anos depois, e tendo enfim tomado conhecimento dos famosos grupos de compra, venda e troca e Pops! no Facebook, resolvi que queria completar uma coleção. E como boa Potterhead que sou, essa coleção teria que ser de Harry Potter, óbvio!
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(Minha coleção atual de Pops! da série Harry Potter ♡)
Como na época que eu comecei a comprar os Pops! não tinham sido lançados ainda os da série Harry Potter, eu acabei não começando minha coleção dos cabeçudinhos por eles. O que não é motivo para arrependimentos, pois eu amo demais meu Olaf e minha Belle, que são muito fofos e super detalhados – sem falar que eu AMO ambos os filmes, que fazem parte dos meus favoritos da Disney ao lado de Mulan (cujos Pops! ainda pretendo comprar um dia ^^)
Agora estou focada em completar minha coleção de Harry Potter (e de Animais Fantásticos também, já que fazem parte do mesmo universo *-*), mas nem por isso eu deixo de adicionar alguns à minha listinha de desejados para adquirir quando for possível (como é o caso da Mulan). Só que mesmo com inúmeros Pops! sobre n filmes, séries, desenhos e até músicos (tem até do Ed Sheeran *-*) sendo lançados todos os dias, tem aqueles que a gente sabe que a Funko não vai mesmo lançar, como é o caso do Simon Spyer de Com amor, Simon (ou Simon vs a agenda homo sapiens), e é aí que entra a criatividade dessa pessoa que vos escreve para criar seus próprios Pops! em biscuit.
Ainda estou me aprimorando nas técnicas de modelagens e sei que tenho muito ainda que melhorar, e por isso mesmo, vira e mexe eu tento criar algum personagem, e vou me baseando nos já existentes e tendo como referência também fotos do personagem em questão, como foi o caso do Simon e da Meredith Grey, da série Grey’s Anatomy, que podem ser vistos na foto abaixo:
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(A Meredith, fiz para presentar um amigo, só que como eu não gostei muito do resultado, comecei a fazer outro para poder dar de presente pra ele ; já o Simon eu fiz pra mim mesma e estou fazendo outro agora para presentear uma amiga.)

Tem também alguns Pops! que já existem e eu tento “replicar” em biscuit, e assim fiz 3 personagens de três filmes animados diferentes:
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(Da esquerda para a direita: o Gru, de Meu Malvado Favorito – esse foi um presente que eu fiz para a minha tia; a Tristeza, de Divertidamente; e o Zezé, de Os Incríveis)

E assim, aos pouquinhos vou completando minha coleção de cabeçudinhos, sejam os originais (que eu não abro mão!) ou os inspirados neles, que eu faço por pura diversão e prazer.

Também coleciona os Funko Pop!? Ou tem alguma coleção especial? Deixe seu comentário ^-^

Links citados neste post:
– Documentário Making Fun – A História da Funko (na Netflix):
https://www.netflix.com/title/80244272
– Vendedor ToyStory Collector (no Instagram):
 https://www.instagram.com/toystorycollection/
– Colecionadores de Funko Pop (grupo de compra, venda e troca pelo Facebook): https://www.facebook.com/groups/217076835439580